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Sabedoria pessoal- reflexões

Reflexões do módulo

Vicissitudes de nossa sabedoria pessoal

 


 

Neste módulo do nosso grupo de estudos conversaremos sobre o que seria e como funcionaria o nosso saber pessoal ou interior.

Avaliemos cada uma das asserções ou questões a seguir.

SP.01. Todos nós temos uma sabedoria pessoal.

Por que devemos nos atentar com a nossa sabedoria pessoal?  

SP.02. Todos nós temos uma sabedoria pessoal que orienta nossas reações. É nosso saber interior que define nosso comportamento a cada situação.

SP.03. Nossa sabedoria pessoal é atualizada. Resume e atualiza todas as nossas experiências, práxis, emoções, pensamentos, comportamentos e saberes.

SP.03b. Nosso saber está em constante aprendizado e experimentações.

SP.04. Nossa sabedoria é ativa. Ela não é só acumulada, atualizada e reagente, mas também experimentadora: criamos, solucionamos, experimentamos possibilidades.

SP.05. Não temos conhecimento de todas as nossas possíveis reações, emoções e sensações.

SP.06. Confundimos nós mesmos com a nossa sabedoria pessoal. Seríamos o que pensamos e atuamos?

SP.07. Não percebemos, mas a sabedoria interior é inconsciente. Muitos de nós achamos que a nossa sabedoria é consciente: sabemos quem somos, como pensamos e como reagimos. Mas as muitas vicissitudes e surpresas da vida nos mostram que não. 

SP.07b. O que seria o inconsciente?

SP.08. Paradigma existencial. O que seria?

SP.09. Qual ou quais seriam as origens de nossa sabedoria pessoal? Natureza, genética, produção cultural, instinto, influências midiáticas, vontade de Deus, acidente ou resultado de nosso livre-arbítrio?

SP.09b. Como se forma e como se desenvolve a nossa sabedoria pessoal?

SP.09c. Por que diferimos na resposta acima? Sem se preocupar com a resposta anterior, reflita: por que algumas pessoas acreditam que a nossa sabedoria pessoal é natural, outras, que é produto cultural, alguns, que é da vontade de Deus e há aqueles que a atribuem ao livre-arbítrio? Afinal todos nós temos a certeza de nosso saber.

SP.10.

SP.11. Somos influenciáveis. Independente de qual seja ou sejam as origens de nossa sabedoria pessoal, somos influenciáveis e não percebemos isto com facilidade.

·        SP.11b. Brincadeiras infantis influenciam o comportamento do adulto?

·        SP.11c. As mídias nos influenciam?

SP.11d. Podemos aprender eternamente sobre as pessoas e coisas. Por que costumamos considerar apenas os nossos saberes (e os que deste se aproximam) naturais, plenos, corretos e sempre atualizados?

SP.11e. Virtudes fantasmas e controle social.

SP.11f. Imunidade e burrice.

·        SP.11g. A partir de que idade ou maturidade não seríamos mais influenciáveis?

SP12. Pensamento pessoal versus saberes sociais. Sobre a incoerência de certos pensamentos. O pensamento, podemos crer, é pessoal. Mas o que pensamos é influenciado pelas informações acumuladas. O pensar é individual, mas os saberes são sociais, alguns afirmariam.

SP.13. Temos a impressão de que apenas a nossa sabedoria é natural, plena, justa, correta e real. Naturalmente creditamos a verdade ao nosso saber interior, reconhecendo saberes antagônicos por falsos, errados, incompletos ou injustos.

SP.13b. Acreditamos que todo o nosso saber foi por nós experimentado, confirmado, selecionado e, por isto, concluímos que é confiável, justo e correto. Como todas as outras pessoas, consideramos nossas próprias avaliações perfeitas e justas. E as antagônicas, erradas.

SP.13c. Naturalmente acreditamos que somos capazes de avaliar uma questão, ouvir os prós e contras, pesquisar vicissitudes dela e concluir, sem sombra de erro, entre o certo e o errado e entre o verdadeiro e o falso.

SP.14. Por que todos nós temos a impressão que o nosso saber pessoal é natural, pleno e correto? Seria porque, para agir, precisamos estar sem dúvidas e certos da ação? Dúvidas diminuiriam nosso potencial, nosso investimento e as possibilidades do nosso sucesso em nossas empreitadas. Então, para evitá-las, creditaríamos valor de verdade ao que nos movimenta à ação: as nossas crenças. Seria este o motivo?

SP.15. Quem puder alterar nossa sabedoria pessoal pode controlar nossas sensações, desejos e atitudes.

SP.16. Conto dos dois homens que desceram por uma chaminé. Dois homens desceram por uma chaminé. Só um deles sujou o rosto. Só o outro foi prontamente se lavar.

SP.17. Não percebemos nossas próprias falhas, erros e enganos. Temos naturalmente dificuldades em identificar nossas falhas, nossos enganos, nossas desvirtudes, nossas limitações e as influências que sofremos.

SP.17b. E quando os percebemos em nós mesmos, os desestigmatizamos – nunca os percebemos como nos outros.

SP.17c. Não percebemos e, caso apontado, negamos nosso lado supostamente negativo.

SP.17d. Não percebemos nossas desvirtudes e falhas.

SP.18. Só percebemos erros, enganos e desvirtudes nas outras pessoas.

SP.18b. Identificamos tudo isto com muita facilidade nas outras pessoas, mas nada ou muito de leve em nós mesmos.

SP.18c. Percebemos facilmente que os saberes das outras pessoas foram influenciados pela Cultura, pelas mídias e pelos amigos.

SP.19. Temos bloqueio ao autoaprimoramento, mas não ao autodesenvolvimento. Renovação versus confirmação dos saberes.

SP.20.

SP21. Temos tendência ao pensamento ortopédico.

SP.22.

SP.23. Acreditamos nas informações que nos agradam. Consideramos verdadeiras e justas as notícias que nos agradam, confirmam nossos saberes, atendam nossos desejos ou que tenhamos confiança na sua fonte.

SP.24. Imputamos veracidade a uma notícia conforme, além de sua agradabilidade (SP23), a confiança que temos na fonte. Na impossibilidade de confirmarmos pessoalmente a grande maioria das informações que nos chegam, consideramos verdadeiras e justas as notícias que nos agradam, confirmam nossos saberes, atendem nossos desejos ou que tenhamos confiança na sua fonte. E desprezamos os casos contrários.

SP.25.

SP26. Naturalmente confundimos falácias com verdades e fatos.

SP.27. Quais as fontes do nosso saber efetivamente imaculadas (que nunca erram ou se enganam)?

SP.28. Acreditamos serem reais ou verdadeiras as notícias que nos agradam. Como elogios, bons méritos e atribuição de valores positivos.  Assim como concluímos, à priori, que devem ser falsas as que discordam do nosso saber ou que nos desagradam.  

SP.28b. Dinâmicas para conferir nosso preconceito com as informações.

SP.29. Elogios, méritos e direitos nos enternecem e, por isto, os consideramos verdadeiros. E também por isto nos enganamos tão facilmente com falácias.

SP.30. Acreditamos mais no que confirma nossas crenças e saberes (vieses de confirmação) que em argumentos. Estudo: viés de confirmação. Adiante-se.

SP.31. Temos mais fé nas nossas crenças que em argumentos e fatos. Por isto só nos informamos daquilo que nos interessa.

SP31b. O viés de confirmação também é percebido quando utilizamos as informações para comprovar nosso saber, quando buscamos por notícias que confirmem nossos interesses, ou as interpretamos de modo a confirmar nossos conhecimentos e desejos.

SP.32. Somos arrogantes por natureza. Atribuímo-nos quase todas as virtudes, direitos e bons méritos. Assim como nos desqualificamos em todas as desvirtudes (SP.17), nos arrogamos (reconhecemos em nós mesmos) todos os dons: o saber correto, a avaliação perfeita e justa, as inteligências, o poder de criticar, julgar e condenar, a sensibilidade, a verdade, a intuição e a razão.

SP.32b. Naturalmente arrogâmo-nos tudo de bom. Que nos nossos saberes são mais identitários com a verdade que os dos outros, que sempre estamos certos, que nossas intenções sempre são as melhores, que acumulamos todos os bons dons e até que sabemos como as outras pessoas devem agir.  

SP.32c. Um dos sintomas de arrogância é a autoatribuição do direito de avaliar criticamente tudo e todos e ainda com a exigência do respeito consigo, do direito de não ser julgado por ninguém.

SP.33. Somos naturalmente vaidosos.

SP.34. Somos naturalmente meritosos.

SP.36. Confundimos percepção com realidade.

SP.36b. Estudo 1. Avaliação comparativa das teorias energéticas de 3, 4 e 5 elementos.

SP.36c. Estudo 2. O fantasma em Lacan.

SP.36d. James R. Schlesinger teria comentado: todos têm direito à própria opinião, mas não a seus próprios fatos.

SP.36e. Bertrand Russell teria comentado: o problema do mundo de hoje é que as pessoas inteligentes estão cheias de dúvidas, e as pessoas idiotas estão cheias de certezas.

SP.36f. Lidamos com fantasmas.

SP.38. Reduzimos. Temos a tendência em reduzir pessoas, situações e locais a uma única característica.

SP.39. Temos conceitos contestáveis para livre-arbítrio. Temos a tendência a acreditar que o livre-arbítrio é simples e natural.

SP.39b. Conceitos de livre-arbítrio.

SP.40. A desvirtude sapiens.

SP.40b. Interpretamos fatos e informações conforme nossos interesses.

SP.40c. Conceito de canalhice.

SP.50. Amadurecemos. Somos múltiplos na inteligência, nas aptidões, no amor, nos objetivos, na dedicação, na estratégia e em muitas de nossas crenças e comportamentos. Várias delas amadurecem: teremos experiências bem diferentes com a mesma emoção ou situação. A compreensão destes processos se tornam relevantes para compreendermos nossos pensamentos e o controle social, pois nos faz influenciáveis e controlados pelo Sistema. Por isto destacaremos este tópico, que será continuado em Questões maturáveis.

SP.60. Todos usufruímos de diversos tipos e sinais de inteligência e de burrice. Este tópico será continuado em Conceitos e tipos de inteligência e burrice.

SP.61. Amamos de diversas formas. Chamamos várias sensações e atitudes diferentes de amor. E as confundimos com facilidade. Este tópico será continuado em sobre o amor e o amar, sonhos e objetivos de vida.

SP.62. O poder nos fascina. Dependemos dele até para sobreviver. E é pelo poder acima de tudo que o Sistema funciona. Este tópico será continuado em Conceitos e tipos de poder e riqueza.

 

Módulos do grupo de estudos.

 

 


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