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O Sagrado não é a Vida, mas a Propriedade


Ricardo Aronksind, argentino, economista, mestre em Relações Internacionais, pesquisador docente da Universidade Nacional de General Sarmiento, num post já excluído teria dito:

Se matar para roubar um celular é errado, mas matar para recuperar um celular é aceitável, o que é proibido não é matar, e sim violar a propriedade privada. O sagrado não é vida. É a propriedade.”

Você concorda? O que tem a acrescentar?

 

Reflexões

O raciocínio acima se configura falácia, pois associa temas distintos como se tivessem relação direta.

Roubar é uma coisa indesejada, configura crime. Matar é crime ainda mais grave, imputável com pena ainda maior. Assassinar o ladrão também é crime, não se aceita que o ladrão seja morto apenas pelo fato de ele ter furtado algo. E o economista aparenta ignorar isto: não se condena o criminoso à morte apenas pelo crime de furto ou roubo, nem no Brasil, nem na Argentina. Nem mesmo criminosos de latrocínio são sumariamente condenados à morte por policiais.

Mas a lei prevê situações em que alguém pode ser morto sem imputar punição ao seu assassino.

Uma delas é em defesa própria, outra para evitar que alguém armado possa ferir ou matar alguém.

Aqui há a relação dos casos em que o assassinato não infere punição ao assassino, como as mortes ocorridas em esportes que podem deixar lesões:

 https://joaoantoniorocha.jusbrasil.com.br/artigos/405997319/13-hipoteses-em-que-se-pode-matar-e-nao-ser-punido.

Como todos sabemos, caso alguém, ladrão ou não, assassino ou não, esteja de porte de uma arma ou mecanismo que ameace a vida de outrem, e não havendo outra opção segura para eliminar a ameaça, um policial não será punido pela morte do meliante. A lei prevê este tipo de morte como não imputável por motivos óbvios. E certamente um mestre em relações internacionais sabe disto.

Conclusão. Nem a lei nem as pessoas aceitam matar alguém apenas porque furtou. Mas aceitam a morte de pessoas que ameacem a vida de outrem. Como ladrões durante o resgate do produto furtado costumam estar armados, correm o risco de morte. Repito: não pelo furto, mas por representarem ameaça à vida de alguém durante o resgate, e apenas nessa condição.

A quem interessa a acusação infundada?

Se não para confundir o pensamento, então para estimular a agressividade na sociedade a policiais e defender interesses escusos. Que outros motivos podem levar pessoas a divulgar tal informação falaciosa?

 

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