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Introdução 06

Grupo de Estudos Inteligência e Política


Você teve ter percebido que, nas últimas décadas, fomos enganados. Pensávamos que, enquanto sociedade, estávamos nos tornando pessoas mais equilibradas, justas e inteligentes, que a nossa sociedade estaria melhorando em justiça, democracia, distribuição de renda, empatia e alcance da felicidade. Mas nossa sociedade está sendo adoecida, emburrecida, empobrecida, se tornando agressiva com os seus conterrâneos e aumentando a pobreza no mundo enquanto concentra renda nas mãos de cada vez menos pessoas.

Povo mentalmente perturbado, emburrecido, empobrecido e em disputas internas é mais fácil de ser controlado e ter seu país espoliado, e isto concentra poder nas mãos de cada vez menos pessoas. Nossos pensamentos e crenças têm relação direta com isto. E nossa inteligência também.

Objetivo do grupo de estudos

Há mais de quatro décadas me interesso pelas melhorias mnemônicas e comportamentais – inteligência e atitudes que visam autoconhecimento, solução de problemas e autodesenvolvimento. E este era o único objetivo do grupo de estudo quando começou, há cerca de 40 anos.

Mas questões no conceito do que seria inteligência e práticas que se antagonizam com conceitos antigos me levaram a rever os conceitos e prioridades no curso, gerando reflexões que participo em grupos de estudo, algumas disponíveis na web – no site ou no Facebook.

Política e inteligência

Eu até gostaria de falar de inteligência sem comentar a política, mas não dá. Veremos que mesmo para conceituar o que seria inteligência seremos atravessados por interesses globalistas e globalizantes. O emburrecimento e o obscurecimento da inteligência têm ligação direta e intencional com o aumento da concentração de renda e poder. E ainda com o aumento do sofrimento humano – mais casos de depressão, ansiedade, angústia, suicídios e problemas mentais, apesar do discurso em contrário – nas mídias sociais praticamente só há pessoas em ótimo estado de espírito. Crianças, por exemplo, estão cada vez mais com o TDAH ou outra sigla para agressividade e falta de atenção.

A inteligência costuma ser associada ao raciocínio lógico-dedutivo, mas também pode ser boa memória, capacidade de resolver problemas, concentração, graduação, insight, senso crítico, percepção e até paciência, resiliência, resistência ou empatia. E há quem defenda que alguns dons como o da música, da dança, dos esportes e da liderança também são sinais ou tipos de inteligência.  

Qualquer que seja o conceito que você use, tenha certeza, ele tem uso político: visa facilitar o controle social. Não vejo como falarmos de inteligência sem relacionar com este uso dos conceitos. Por isto, antes de conversarmos sobre as possíveis técnicas para melhorar a memória, a concentração, a resistência, o aprendizado e outros dons mnemônicos, vamos explorar a influência da política e do poder econômico no pensamento, no saber e no comportamento.

Isto é possível porque:

·        Naturalmente atribuímo-nos todos os dons e nenhuma das desvirtudes, e isto é usado no controle social.  O emburrecimento, a agressividade e outros atributos negativos são muito difíceis de serem percebidos por nós em nós mesmos. Todos nós os vemos com facilidade nos outros, mas no máximo levemente no espelho.

·        Quanto mais emburrecida uma pessoa, mais ela tem certeza de sua inteligência, mais arroga a si o direito de criticar (que nomeia de senso crítico) e distribui mais agressividade às contrapartes. Além de ter pouca ou nenhuma curiosidade pelos conceitos e, principalmente, pelas ideias e opiniões alheias. Comportamento utilíssimo no controle social.

·        Mesmo pessoas não emburrecidas fazem o papel de idiotas úteis. Veja o conceito de idiota útil que utilizamos.

·        Pensamentos grilhões são exaustivamente apresentados de modo a influenciar comportamentos e crenças. Máximas, pensamentos e saberes que nos agradam e que aparentemente nos são bons e úteis, mas que, de fato, nos direcionam à alguma neblina: empobrecem, emburrecem, aumentam a agressividade ou o adoecimento psicológico ou, no mínimo, nos retiram o foco.

·        As mídias usurparam às culturas a influência no saber, no comportamento e na ideologia. E atuam nesse processo de obnubilação: formam saberes a partir de falácias e, principalmente, fatos e testemunhos selecionados de modo a manipular a opinião pública na direção que interessa àqueles que concentram renda e poder. Mais em http://www.ibted.org.br/Html/textos9/culturanebulosa.html.

·        O reconhecimento de falácias não é assunto da Educação no Brasil. Certamente seria muito útil para evitarmos os enganos. Falácias são saberes e raciocínio que nos agradam e, por isto, passam por verdades. A simples identificação das falácias nos mostra que fomos e como fomos enganados. Então não há interesse social na identificação delas, falácias não são reconhecidas pela população e nem comentadas pela Educação, mas acabam por dominar entre os saberes. Por isto sempre que possível procuramos identificá-las e desde já recomendamos o seu estudo.

Grupos de Estudos – Inteligência e Política

Com mais de 40 anos interessado no desenvolvimento das inteligências proponho certo grupo de estudo, em módulos. Logo no primeiro, que avaliemos nossos pensamentos e crenças em cinco etapas, em busca de certa obnubilação.

Avaliação 01- Este pensamento é fato, fake, falácia ou algo mais?

Independentemente de gostarmos, concordarmos ou desejarmos a máxima ou notícia, devemos identificar se o pensamento é fato, fake, falácia ou outra coisa como um direito, um conceito, um desejo ou o resultado de um consenso. Sabemos que todos os selecionados nos foram apresentados como justos, desejáveis e exequíveis, mas boa parte não é. Separemos o joio do trigo.

Avaliação 02- É uma notícia nebulosa (Foggy news)?

Notícias nebulosas são aquelas que, apesar de aparentarem ser boas, justas, democráticas, inclusivas e desejáveis:

·        Emburrecem ou desviam o foco. Não estimulam ou priorizam as inteligências mnemônicas (melhora da memória, do raciocínio, da concentração, do aprendizado, da compreensão etc.).

·        Empobrecem social ou financeiramente pessoas ou grupos. Não estimulam a produtividade, a criatividade e o empreendedorismo.

·        Aumentam a agressividade intergrupos. Não estimulam a harmonia social e empatia.

·        Aumentam o adoecimento psicológico (casos de depressão, ansiedade, Burnout, TDAH e outros). Não direcionam à paz, à tranquilidade, à harmonia interior, à paciência, ao amor-cuidado.

Entendemos que a análise destes quatro tópicos nos dá condições de inferir a próxima avaliação.

Avaliação 03- Idiotia útil?

Neste tópico costumamos concluir se seus defensores podem ser classificados como idiotas ou inocentes úteis – quando, à revelia do militante, facilita o controle social e a concentração de renda nas mãos de cada vez menos pessoas, independente de gostarmos, defendermos, acharmos justo ou interessante o tal pensamento. Mais sobre o que seria idiotia útil aqui – clique!

Que fique claro que especulamos a função de idiota útil não para culpar, estigmatizar ou acusar alguém disto, mas para alertá-lo da possibilidade de estar sendo usado politicamente para o controle social e concentração de renda.

Desenvolvimento e conclusões do grupo de estudos

Quase não apresentamos nos textos disponíveis na internet o desenvolvimento das reflexões, apenas o suficiente para que a questão seja colocada. Reflexões e conclusões dependem do grupo: são os participantes que devem rever questões, propor novas e, a seu tempo, propor conclusões. Por isto insistimos que o leitor peça para ser inserido em um dos grupos de estudo via WhatsApp ou agrupe pessoas e coordene um grupo de estudos, onde certamente mais questões e reflexões são apresentadas e onde os estudos se aprofundam.

Além deste grupo de reflexões, disponibilizamos alguns outros. Relação aqui.

 

Continua em Pensamentos Grilhões – Teu pensamento te alavanca ou prende?

 


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