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Sobre a Idade Invisível

 

 

Há um grupo social invisível, discriminado e carente. Seus membros ficam ali entre a segunda e a terceira idade.

Entendendo discriminação e inclusão

Um dos grandes feitos da atualidade é a atenção inclusiva. Praticamente todas as diferenças entre pessoas, mesmo as não sociais, são identificadas e diminuídas.

Estudos e projetos sociais de inclusão mostram a rotina. Primeiro há divisão considerando algum atributo supostamente valioso como patrimônio, sexo, origem ou cor da pele. Os que não têm o atributo sofrem sumariamente discriminação. Projetos, atitudes e cultura para reduzir e acabar com a discriminação são apresentados, chamamos inclusão. Parabéns a isto.

De forma geral a primeira grande exclusão se dá pela posse do poder. E dinheiro está intimamente ligado a posses e poderes. Quase sempre esse atributo – poder – está presente nas discriminações.

A segunda grande exclusão é na relação idade x capacidade de produção e independência, donde se originou a expressão Terceira Idade e onde se colocam os invisíveis.

A idade com o atributo é a segunda, está vinculada à capacidade produção e, por extensão, de independência. Na primeira idade estamos em crescimento e formação, logo, somos considerados dependentes. A terceira idade consiste em pessoas que perderam boa parte de suas capacidades produtivas e sua independência. Aposentados, muitas vezes com limitações ou problemas da idade, carentes com dificuldade com o próprio sustento, coisas assim.

Repare que o que sustenta a divisão é a independência, apesar de haver um marco de idade entre as faixas: 18 ou 21 anos, 60 ou 65 anos de idade.

Essa divisão, por si só, já é excludente, como qualquer divisão. E sabemos que usam a relação com a independência não só para identificar o grupo, como para definir os projetos sociais de inclusão:

·        Ao primeiro grupo visam educação, formação e compensação por possíveis perdas, fraquezas diferenças. Ou seja, visam a passagem ao ciclo produtivo.

·        Aos excluídos do segundo grupo (segunda idade), os projetos visam a inclusão no mercado de trabalho ou, pelo menos, rendimento compensatório por alguma perda, impossibilidade ou limitação.

·        Ao grupo na terceira idade visam ocupação do seu tempo, facilitação de suas atividades, evitar vida sedentária e até seu sustento. Enfim, qualidade de vida.

Ora, há muitas pessoas com 50 anos ou mais que carecem de emprego ou formação! Passou dos 40 ou 50 anos de idade? Há o risco cada vez mais iminente de discriminação na obtenção de emprego ou serviço.

Não há projeto de independência financeira nem de formação educacional para idosos.

Há cotas na faculdade para pessoas que vieram do ensino público, índios, negros e pardos. Justíssimo. Há para pessoas com 50 anos ou mais? Afinal, este grupo tem várias limitações. Considere ainda idosos que vieram do ensino público, índios, negros e pardos com 50 ou mais anos. Por que concorrem em pé de igualdade com os mais jovens e nas mesmas condições? Por acaso não têm alguma limitação na memorização, no aprendizado e até nas condições físicas ao prestar os exames?

Quase 40% da população brasileira tem 50 anos ou mais, logo, costuma ter sobrecarga de atividades, dificuldades mnemônicas típicas da idade, problemas artro-musculares que dificultam a locomoção. Boa parte não só tem capacidade produtiva, como a necessidade do rendimento. Supondo que alguém com 50 anos ou mais, após os filhos se tornarem independentes, ainda sejam demandantes de um emprego, público ou não. Pois é, em vários concursos vai ser excluído porque há prova física, em outros há limite para a idade porque estes quesitos são importantes para o exercício da profissão. Nos concursos públicos em que a condição física não é cobrada, há alguma facilitação? Não, infelizmente não.

Com 50 anos já costumamos ter uma ligeira má circulação nas pernas, problemas na coluna, dificuldades na memória, restrições na marcha e no aprendizado. Quanto mais idade, mais fácil de ter alguns desses problemas. Há leis que garantam a este público algo que compense suas dificuldades ao concorrer com os mais jovens? Seja a empregos ou vagas na universidade. Por que são invisíveis? Pessoas dessa idade só podem frequentar locais de idosos já incapacitados para o trabalho, é isso? Só precisam de assistência e ocupação?

Mesmo que negros, índios, pessoas oriundas das escolas públicas e pessoas com deficiência tenham cota, negros, índios, pessoas oriundas das escolas públicas e pessoas com deficiência com mais de 50 anos, quem lhes assegura uma compensação pela idade?

Sim, sabemos dos inúmeros projetos sociais para idosos, projetos louváveis, os admiramos por demais. Há projetos para atividades das mais diversas, todos indispensáveis. Mas há algum visando gerar renda para um idoso ainda com potencial para o trabalho e com esta necessidade?

Sabemos que pessoas mais jovens têm mais facilidade em conseguir serviços e empregos. Fácil entender. O empregador pode acreditar que um idoso, devido a limitações da idade, possa render menos ou faltar mais vezes ao serviço. Certamente discriminação. Não seria justo alguma proteção no acesso aos serviços e empregos em que essas limitações da idade não prejudicam a produção?

Você prefere um profissional envelhecido, usando bengala, memória com lapsos? Há quem prefira, mas certamente não constituem a maioria, pelo contrário. Qual projeto de inclusão social tenta dar conta disto?

Esteticistas, por exemplo. Quando mais esbelta e sarada a terapeuta, mais confiança passa às suas clientes que ambicionam sua ostensiva beleza. Há alguma lei, regra ou hábito para que as esteticistas mais idosas, com a pele já manchada e outras características da idade consigam clientes? Estas pessoas sofrem discriminação velada! Não passam tanta confiança quando as mais jovens e alcançam menor clientela.

Bom, aqui no IBTED resolvemos fazer algo para facilitar a vida desse público. Desenvolvemos a Vovô Massagem. Bem na área de nossas pesquisas e que podemos garantir a eficiência, a qualidade e a eficácia do trabalho.

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