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Sobre o covid-19

Sobre o covid-19


Há muita confusão sobre o coronavírus. Mas como eu voltei a trabalhar e coordenar os passeios e lanches, acho que devo informar a todos como me posiciono.

1) É pandemia ou não? Talvez até nem seja. Muitos médicos renomados alertam para isto e seus dados são bem convincentes. Mas a virose mata e, portanto, devemos tomar os devidos cuidados. Prefiro lidar como se fosse, é mais seguro.

2) É manipulação dos laboratórios para arrecadar trilhões? Bem possível. Todas as notícias até agora nos levam a desconfiar dos interesses dos laboratórios. Como esse negócio de sermos obrigados a tomar uma vacina que pode nos tornar estéreis e que nem sabemos as possíveis reações. Ora, os efeitos a longo prazo não são conhecidos, e a esterilidade é uma possibilidade. Médicos aparentemente confiáveis condenam e outros do mesmo nível indicam a vacina. Médicos, políticos e as mídias podem ter sido financiados pelos laboratórios para a aprovarem. Quem teria financiado o outro grupo?

3) Pretende tomar a vacina? Eu penso em tomar, acho que os riscos são menores. Sou do grupo de risco: acima de 60 anos, DPOC, lesões diversas nos pulmões, hipertenso, apneia do sono e não pretendo colocar filho no mundo para outros criarem. Mas entendo perfeitamente os que se opuserem. Aos mais jovens, penso que os riscos da vacina superam os da doença em si. Afinal, o índice de recuperação beira pelo menos 99% e os da vacina ainda não são conhecidos.

4) Devemos ficar em casa? Ficar em casa não parece ser uma boa opção porque pode diminuir a imunidade. Eu fiquei quatro meses praticamente sem sair. Apesar de morar numa casa com amplo quintal pra cuidar, árvores para podar, horta e roçado para limpar, passei uma fase ruim ao voltar ao trabalho em julho. Pegar sol, se movimentar, arejar a si e à casa, tomar vitamina C, D e os complementos que o médico indicar melhoram a imunidade. Parece ser mais indicado se aplicar à imunidade e aos cuidados profiláticos que ao isolamento total.

Sair de casa não quer dizer frequentar locais tumultuados ou se descuidar.

5) Máscaras. Penso ser, junto com o afastamento social, o álcool e o aumento da imunidade, os recursos mais eficazes. Há quem diga que o vírus é menor que a porosidade do tecido. É verdade, mas parece que o vírus se propaga mesmo em gotículas, que ficam, em sua maioria, retidas por dentro ou por fora da máscara. Pessoalmente tenho muitas, troco regularmente. Cobro dos que estão por perto.

6) A pandemia está sendo usada para criar um povo medroso, submisso e mais controlado pelo poder?

Penso que sim. Antes de divulgarem casos no Brasil, assisti vários vídeos mostrando chineses mortos ou desfalecidos. Quem financiou esses vídeos, quem teve ganhos com ele e com o pânico que gerou? As notícias aparentemente são utilizadas de modo a provocar medo, conheço várias pessoas que se escondem em seus lares. A maneira como as mídias, que deveriam ser concorrentes, uniformizam as informações que levam ao medo também considero indicativo de uso político-econômico. O isolamento e a divisão social aumentaram com a virose, tendência que acompanho a anos e comento em vários momentos, como aqui: http://www.ibted.org.br/Html/textos9/foggy1.html. 

Bem possível que tenha interesse e influência do capital e da política nas notícias.

7) Quais as minhas conclusões?

·        Voltei às atividades, mas com algumas restrições.

·        Pretendo usar máscaras, especialmente com alguém próximo de mim e em lugares confinados. Não pretendo em locais abertos e sem pessoas por perto.

·        Uso obsessivo de álcool. Pretendo manter. Uso antes e depois de tocar objetos.

·        Evito locais tumultuados como barcas, metrôs e ônibus com passageiros em pé.

·        Geralmente uso aplicativos de transporte para me movimentar no Rio e em Niterói, uso os intermunicipais apenas quando não têm passageiros em pé.

·        Atento para dormir bem, me alimentar melhor e outras atitudes para aumentar a imunidade.

·        Todos os cursos, passeios e reuniões estão com número limitados de participantes. Se pretende participar de algum, informe, confira se há vagas e reserve a sua.

 


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