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Fobia ou Síndrome do Pânico?


Esta confusão - fobia x síndrome do pânico - certamente dificulta o tratamento, atrasando-o. Tudo bem, aumenta o faturamento das farmácias e da indústria farmacêutica, que a tantos emprega. Mas você tem certeza que é o melhor para o cliente?

Síndrome do Pânico, o que é

Em acordo com textos da internet, os sintomas físicos de uma crise de pânico aparecem subitamente, sem nenhuma causa aparente. São como uma preparação do corpo para alguma "coisa terrível". A reação natural é acionar os mecanismos de fuga. Diante do perigo, o organismo trata de aumentar a irrigação de sangue no cérebro e nos membros usados para fugir - em detrimento de outras partes do corpo. Entre os sintomas se incluem aumento do batimento cardíaco, da contratura muscular, da pressão sanguínea e do ritmo respiratório; por outro lado costuma reduzir as atividades gástricas, as geniturinárias e as do córtex frontal. Podem ocorrer palpitações, calafrios ou ondas de calor, sudorese, a sensação de "estar sonhando" ou distorções de percepção da realidade, sempre acompanhado da sensação de que algo inimaginavelmente horrível está prestes a acontecer. Dura por vários minutos e pode gerar fobia a lugares, situações ou pessoas.

Fobia, o que é

Ainda em acordo com textos da internet, fobia é um medo persistente e irracional de um determinado tipo de objeto, animal, atividade ou situação que represente pouco ou nenhum perigo. Costuma ser reconhecida como um dos transtornos de ansiedade em que a exposição aos estímulos temidos pode provocar ansiedade extrema ou ataques de pânico. Relatam que as fobias específicas estão entre os distúrbios psicológicos mais comuns, afetando até 10% da população.

Ou seja: praticamente a síndrome do Pânico! Compare com o que já foi dito. Um parece sintoma do outro mal.

Repare que as origens do problema não são investigadas, o que é uma das características da sindromização de sintomas: em vez de buscar a Etiologia (mecanismos de formação do quadro patológico), se rotulam sintomas de síndromes e, consequentemente, atrasando a cura. Nesta caso, a fobia, um quadro psicológico que vem sendo nomeado de síndrome do Pânico. Como consequência, em vez de se buscarem as origens dos sintomas que provocam o pânico e a sua elaboração, utilizam-se fármacos psicotrópicos e que criam dependência. Sim, funcionam, com o psiquê afetado certamente teremos alterações nos sintomas, mas será que efetivamente promovem a cura e são melhores para o cliente que o tratamento psicológico? Veremos que não.

Outras opções de conceituar e compreender a fobia

Já em acordo com o manual de Psiquiatria de Henry Ey, certamente uma das obras mais reconhecidas na área médica, Fobia é um quadro psicológico – uma transferência seguida de isolamento de sensações a partir das experiências do indivíduo em outras situações.

E para a Psicanálise a fobia pode ser algo bem mais amplo, bem mais comum a todos: o isolamento de experiências desagradáveis em objetos ou situações diferentes, mas com algum sinal em comum, visando aliviar os esforços psíquicos.

Síndrome do Pânico, como se trata

Com fármacos, certamente. E quando este tratamento não se mostra razoável ou quando o cliente pede, alguma psicoterapia costuma ser indicada.

E cadê a fundamentação?

Ora, certamente os fármacos afetam o sistema nervoso, alterando o estado de percepção do paciente. Isto, nos mostra a experiência. Costuma ter efeito no quadro, o que poderia justificar o tratamento medicamentoso. Não nego, pelo contrário, reconheço a importância do tratamento farmacológico em muitos casos fóbicos, alguns em que o cliente nem sairia de casa sem o remédio.

Freud foi o primeiro a identificar o quadro falando de isolamento. Psicólogos de todas as linhas têm seus recursos para lidar com ele.

Que pesquisa mostrou que os fármacos lidam melhor com o problema que a psicoterapia? Que pesquisa mostrou as avaliações para recomendar fármacos em conjunto com a psicoterapia? Pois é, ganha o cliente (com mais propaganda e definição do que é o mal) quem investe mais, certo?

Caminho obscuro

Pior, muito pior: onde estão as pesquisas que mostram os resultados do uso de fármacos no comportamento humano que avaliam o quadro e não os efeitos dos remédios? Pessoas possuem um sintoma: manias ou medos que lhes causam transtornos. Passam aos fármacos, que sabemos afetar-lhes os neurotransmissores. Algumas destas pessoas, espero que um índice pequeno, vão complicando seus sintomas até serem classificados como irremedialmente psicóticos. Acredita-se que já o eram antes de iniciar nos fármacos. Que pesquisa mostra isto? Ao que penso, isto é tão coerente como é o fato de considerar que o uso dos fármacos pode ter sido o fator gerador desta psicose. Sem pesquisas, apenas especulações. E continua-se priorizando os fármacos nos quadros de TOC, síndrome do pânico etc.

Suspeito, e não sou o único, que haja o interesse da indústria farmacêutica por trás desta falta de pesquisas com soluções não farmacológicas nestes quadros. Mas e quanto aos custos para o paciente? 

Fobia ou síndrome do pânico para os psicólogos

Certamente há mais de uma opção de tratamento psicológico para a fobia, que para muitos é o mesmo que síndrome do pânico. E todas essas opções mostram certa eficácia no tratamento.

Uma das mais básicas é a psicanálise freudiana. Fala do isolamento, como se o nosso inconsciente ligasse certos objetos, situações, locais ou pessoas a traumas ou medos, responsáveis pelos sintomas. A princípio de forma inconsciente, o que será investigado durante a psicanálise.

Há também linhas que compreendem a fobia/pânico como expressão ou como somatização. Mesmo sabendo que, em alguns casos, os psicotrópicos são os responsáveis para que o cliente chegue ao local de tratamento, porque estes trabalhos costumam ser são simplesmente secundários, recomendados apenas quando o tratamento farmacológico é insuficiente. Bom pra quem?

Fica a dica

Se algum dia sofrer de um sintoma angustiante e paralisante, procure um psicólogo, mesmo que necessite de um fármaco para ter condições de vir às consultas.

 

 

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