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Reflexões para a Saúde

Fibromialgia 1 - Reconhecendo a Fibromialgia

 


 

Reconhecendo a Fibromialgia

Acredito que uma lida atenciosa na obra PROJETO DIRETRIZES, obra médica que cria, fundamenta e dá diretrizes ao lido com a fibromialgia, seja fundamental aos que querem entender este mal. Se possível, adquira a obra pela internet. Ela vai te convencer que a FM existe. Depois a gente mostra os erros.

Ela reza nas pg. 03 e 04: 

A síndrome da fibromialgia pode ser definida como uma síndrome dolorosa crônica, não inflamatória, de etiologia desconhecida, que se manifesta no músculo-esquelético, podendo apresentar sintomas em outros aparelhos e sistemas... o Colégio Americano de Reumatologia, em 1990, publicou critérios de classificação da fibromialgia1 (A). Estes critérios foram também validados para a população brasileira2 (B). Dentre os critérios, destacam-se uma sensibilidade em sítios anatômicos preestabelecidos, denominados tender points... O número de tender points relaciona-se com avaliação global da gravidade das manifestações clínicas, fadiga, distúrbio do sono, depressão e ansiedade3 (C).

... QUADRO CLÍNICO

... o sintoma presente em todos os pacientes é a dor difusa e crônica... Em geral os pacientes têm dificuldade em localizar a dor, muitas vezes apontando sítios peri-articulares, sem especificar se a origem é muscular, óssea ou articular. O caráter da dor é bastante variável, podendo ser queimação, pontada, peso, “tipo cansaço” ou como uma contusão...

Sintomas centrais que acompanham o quadro doloroso são o sono não reparador e a fadiga, presentes na grande maioria dos clientes. Têm sido relatados diversos tipos de distúrbio do sono, resultando ausência de restauração de energia e consequente cansaço, que aparece logo de manhã...”

 Parece científico, mas não é. Para confirmar a FM, não há exame laboratorial. Seu diagnóstico é feito pela identificação de suas características e por exclusão de outras patologias. A SDM (síndrome dolorosa miofascial), por exemplo, é diferenciada porque o ponto de dor é identificado pelo cliente. Exames de sangue ou de imagem ajudam a identificar outras patologias como artrite reumatoide, artrites, hérnias e polimiosites. São nove as patologias ou grupos patológicos que a obra PROJETO DIRETRIZES recomenda que se avalie diferencialmente. Como efeito colateral de drogas, problemas na tireóide e algumas das patologias já comentadas. E se nenhuma das patologias que se recomendou avaliar estiver presente, todos os que persistem no sintoma – dor generalizada – são considerados fibromiálgicos paesar de haver muitas outras possibilidades!

Resumo de como reconhecer a Fibromialgia

Na prática e em acordo com textos da internet, a fibromialgia é diagnosticada em duas etapas. Primeira etapa: a queixa, a condição e as exclusões. Numa segunda etapa, os sintomas confirmatórios.

Ou seja, primeiro é necessário:

1) A queixa: dor difusa no corpo todo ou pelo menos na metade dele (esquerda ou direita, metade de cima ou baixo);

2) A condição: sem inflamação, ou seja, os exames de sangue e urina não identificam processo inflamatório.

3) As exclusões: dos males que podem ser identificados por exames. Como artrites, reumatismos, mialgias e outros quadros.

Até aqui, tudo OK. Neste ponto do diagnóstico, são feitas avaliações complementares. E é aqui que entra a falta de ciência, como um esforço em rotular o que não se conseguiu identificar, não se estudou o suficiente. Registre bem estes supostos exames confirmatórios, pois todos são facilmente questionáveis e nenhum deles serve como comprovação, como veremos nos próximos textos:

4) Síndrome do Sono Irregular.

5) Síndrome da Fadiga Crônica.

6) Síndrome do Intestino Irritável.

7) Pelo menos 11 dos 18 tender points muito sensíveis ao toque.

8) Tendência à depressão.

9) Típico em mulheres que foram supermães ou supermulheres.

A impressão que eu tenho é que as pessoas que definiram estas características nunca atenderam outros quadros clínicos. Todos estes sintomas são comuns em quadros em que o paciente é informado que as suas dores ou doença não tem cura. Os sintomas relacionados acima – quatro em diante – são comuns em todos os quadros de dor constante – ou seja, em várias patologias. Nada a ver diretamente com a FM, mas com as dores!

Afirmo: a presença de dores constantes gera exatamente esses sintomas, quaisquer quer sejam os quadros clinicos.

Vamos usar como exemplo a artrite reumatoide, a miosite, o lúpus eritematoso e a espondilite anquilosante. Estas patologias são facilmente diferenciáveis de FM porque existem exames que as identificam. Mas têm em comum com a FM, dores generalizadas. Caso os seus sofredores não estejam sob medicamentos com efeitos no sono ou na sensação álgica, também sofrem destes cinco últimos sintomas.

Vejamos a partir do próximo texto uma a uma estas intrigantes e covardes avaliações-rotulações.

  

Continua no texto Fibromialgia 2.  

 


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