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Reflexões para a Saúde

Alguns Tipos de Depressão

 


 

Como se trata a depressão?

Sabemos que a medicina a trata primeira e principalmente com fármacos. As psicoterapias, com seus procedimentos. A cromoterapia, a aromaterapia, o DO-IN e Florais com cores, aromas, pontos e medicamentos florais, respectivamente. Em texto anterior já comentei que o amor e a solidariedade dos amigos e dos familiares pode ser o mais importante em alguns tratamentos.

Crítica veemente

Os tratamentos são definidos a partir da especialidade do terapeuta, antes mesmo de se definir qual o tipo de depressão que temos. Ora, há depressões que só reagem a fármacos. Outras pioram com o amor e a solidariedade dos amigos e familiares, como veremos. Algumas não reagem a acupuntura ou florais enquanto que outras terão seu tratamento facilitado por estas terapias. Sem uma análise do tipo de depressão, o tratamento pode atrasar, aumentar os custos ou até mesmo evitar a cura da depressão.

Vejamos alguns tipos de depressão.

Depressão defensiva

Já falamos desta depressão no texto anterior e que amor e solidariedade seriam parte do tratamento deste quadro. Como é uma fase que depende da situação do cliente-paciente, a solução dessa crise, de certo, é fundamental para o sucesso do tratamento. Assim como evitar assiduamente os lugares e situações que, em outras ocasiões, seriam do agrado desse cliente-paciente.

Depressão Química

Sabemos que o funcionamento orgânico depende do equilíbrio de centenas de hormônios e produtos. E, eventualmente, o organismo deixa de produzir ou captar algum. Perda da produção ou da captação de serotonina, oxitocina ou outro hormônio ligado à sensação prazerosa certamente é um quadro patológico, é depressão. Saiba um pouco sobre hormônios clicando aqui.

Como se trata a depressão química

Como se trata a depressão química? Normalmente como todas as outras, daí as minhas críticas iniciais. Sabe todo aquele rol de opções já comentado? Só um recurso efetivamente funciona: fármacos. E toda a listagem de terapeutas que se propõe a tratar esse mal consegue algum pequeno alívio, mas menor que o alcançado com os remédios corretos. Amigos podem ajudar, terapias alternativas podem e devem colaborar porque, sem estímulos prazerosos, o prazer não ocorre. Mas todos os protocolos, para darem certo, precisam do fármaco. Os outros são coadjuvantes, são as fontes das sensações, por isto são importantes. Mas sem o fármaco, no meu entender, são grande prejuízo ao cliente-paciente.

E os que levam o amigo para tomar uma cerveja, a amiga para cortar os cabelos ou tomar um banho de shopping? Sabe dos que tratam depressão saindo para espairecer ou fortalecendo a fé? Buscando pensamentos positivos ou um novo amor? Pois é, praticamente inúteis: há de fato quadros em que o paciente não produz mais certos hormônios e estas atividades também não serão capazes de fazê-lo, daí a necessidade dos fármacos.

Agravante da depressão

Estamos num sistema de capital, de consumo exacerbado. Para viver, temos primeiro de sobreviver. Precisamos de casa, comida, lazer, transporte, saúde e muitas outras coisas que custam dinheiro. Consumir é vital, sem dinheiro, nem teremos como garantir um bom ensino para os filhos ou como pagar por um plano de Saúde. E tem os niveladores: o tipo de celular, os canais de televisão que se tem acesso, ipod, tablet, som, vestes de qualidade, higiene pessoal etc. Sem condições de consumo, não há saúde ou vida equilibrada. Reclamem os que queriam que não fosse assim, mas é: sem dinheiro você não dá aos seus um mínimo de saúde, educação, lazer e qualidade de vida. Atrás do certeiro chavão dinheiro não compra a felicidade, marcamos que dinheiro é uma coisa e felicidade, saúde, educação etc, outras. Mas isto não tira a importância do numerário. Infelizmente. Certamente o objetivo de ganhar dinheiro deve ser submisso ao de ser feliz, mas o segundo ser mais importante não diminui a necessidade do primeiro.

E aí é fácil identificarmos uma das principais opções para o tratamento da depressão: levar o cara para tomar uma cerveja com os amigos, a mulher para cortar os cabelos ou tomar um banho de shopping. Enfim, sair para espairecer!

Parcialmente errado, aí é que vamos precisar mesmo dos fármacos. Sabe o que é perder o emprego e ver os outros muito felizes nos bares e shoppings investindo o que ganharam? Sabe o que é sofrer um baque familiar e sair por aí para ver famílias que estão felizes? Quem vai pagar a conta do bar ou do shopping? E tem certeza que o deprimido beneficiado vai se sentir bem com isto?

Sabe o que é acreditar no pensamento positivo e sofrer um revés? É sentir que você mesmo é o responsável pelo que está passando. Pode até ser verdade, mas não ajudará no caso, pelo contrário, costuma prejudicar.

Depressão social ou da vítima

Outro tipo de depressão, talvez a mais comum. Muitos utilizam a depressão como forma de manipulação. Nunca é uma decisão racional, tampouco consciente ou reconhecida como "de propósito". Pelo contrário, normalmente a própria pessoa e muitas vezes seus parceiros a reconhecem como vítima, daí o título.

O estado depressivo costuma angariar, ao deprimido, certas vantagens, como a atenção dos filhos, os cuidados da pessoa amada, a dispensa de obrigações ou de decisões etc. Certa paciente, sempre que adoecia, o filho querido vinha de Salvador para visitá-la. Nunca ficava mais de dois meses sem uma crise: deitava-se, em depressão, e recusava até alimentos. Falava-se até em morte, daí a visita urgente do filho querido. A depressão servia para justificar e demonstrar o estado de carência, mas também pode significar a falta de dinheiro, de objetivos na vida ou o desgosto com a situação atual.

Falemos mais um pouco deste quadro. Freud registrou certa diferença entre o luto e a melancolia. Ele reparou que, regularmente, o luto dá continuidade a um estágio deprimido, de vítima, em que a pessoa em questão desloca o valor que dava ao objeto perdido a si mesma, para a sua situação. Como consequência, já não valoriza tanto o objeto perdido, por vezes até o acusa de tê-la abandonada e faz uso inconsciente de seu estado de vítima para manipular pessoas e situações. Sofre enquanto provoca sofrimento naqueles que ama.

Como a viúva que tem uma filha que mora com ela, a segunda que vem lhe fazer o almoço e outra que vem passar o domingo. A filha que mora com ela e trabalha nunca pode passar uma noite fora, precisa não deixar a mãe sozinha. A que vem fazer o almoço, tem de se desdobrar com a sua própria casa e esta atividade amorosa. A terceira nunca pode participar os momentos de lazer de seus familiares aos domingos porque precisa ficar com a mãe para que as outras irmãs possam ter alguma atividade pessoal. E o discurso não muda: a viúva é tão vítima que precisa do amor de suas filhas para viver. Todas estão envolvidas, em nome do amor familiar, em uma estrutura deprimente. Lembra que eu disse que há uma situação que o amor em vez de ajudar prejudica e fixa a depressão? É em casos assim.

Como outra senhora em que o quadro de depressão dela faz o marido sentir-se na obrigação de ficar em casa e cobrir-lhe nos afazeres domésticos. O estado depressivo se confunde com a situação vitimizante e assim o sofrimento se perpetua pelo amor de seus queridos.

Nestes casos, fármacos resolvem? Não, perpetuam. Solidariedade e amor resolvem? Não, também perpetuam. E a solução é tão fácil que muitos a encontram por acidente.

Depressão ou carência?

Há uma depressão que é sustentada pela falta de estímulos nos ACCUBENS, núcleos no cérebro que registram emoções prazerosas. O organismo humano necessita de estímulos nestes centros para manter sua saúde e nem todos contamos com as devidas fontes e estímulos, daí a grande utilidade de terapias como Reiki, massoterapias, florais e várias outras terapias. Estas terapias são eficazes nesse tipo de depressão e esse sucesso economiza o consumo, os custos e a dependência dos fármacos. Qualidade de vida, certamente.

Depressão suicida

Relato ainda outro tipo importante de depressão. Há certo quadro que facilita, ao sofredor, o suicídio. São casos raros, mas importantes por causa da consequência: o suicídio. Só não convém descrever melhor para evitar que leigos se arisquem no diagnóstico e tratamento.

Agora, sabendo disto, marco aqui minha preocupação com plaquetas de terapias que tratam depressão. Como a que vi esses dias: massagem trata depressão.

Outros tipos de depressão

Existem ainda outros quadros depressivos além da depressão estar constantemente associada a outras patologias como fibromialgia, artrite reumatóide, doenças auto-imunes, fúria, fracassos, lúpus eritematoso, fobia, burnout, pânico e câncer. Mas este texto tem caráter introdutório e acredito que seu desenvolvimento produtivo depende de escolhermos um caso para direcionarmos a fala.

Quem trata a depressão?

Falando sério: que amigo, familiar ou terapeuta é capaz de fazer um diagnóstico diferencial entre os quadros aqui apresentados e alcunhados de depressão? Melhor deixar para os médicos? Certamente farão a opção farmacológica - o que garante alteração nas sensações, o que costuma aliviar o sintoma, mas não é garantia de ser a melhor opção. Sei que inúmeros religiosos e profissionais se oferecem para ajudar nesses casos. Não, não nego que ajudem e até sejam mais eficazes que os fármacos, mas incorrem em muitos riscos. O mais raro e perigoso: o de suicídio do amigo. E o mais comum: perpetuação do quadro, mais tempo de vida gasto no tratamento, menos vida para os envolvidos.

Então: terapia auricular, acupuntura, cromo e fitoterapia, orações e muitas, muitas opções são oferecidas. Praticamente todas alteram o quadro, mesmo que a maioria, de fato, não lide diretamente com a patologia. Como têm resultados positivos, muitos se contentam e até se propõem a aplicá-las. E aí está o motivo de minha surpresa: basta ter alguma eficácia que não se interessam pelo diagnóstico diferencial. Até porque, acredito, seja exclusivo de profissionais com certa formação longa, ampla e muita, muita experiência. 

Sugestão de tratamento

Sempre procure orientação médica. Sei que a grande maioria destes profissionais muito raramente recomenda alguma psicoterapia e ainda mais raramente uma terapia alternativa, mas esta classe é legal, social e tecnicamente mais bem preparada. Agora, jamais deixe de procurar um psicólogo. Dependendo da linha do psicólogo, ele pode oferecer recursos que certamente a Medicina e as psicoterapias alternativas ignoram. Há até psicoterapeutas e alternativos que se oferecem nesses tratamentos mostrando quadros em que obtiveram sucesso, mas aí recomendo certo cuidado pelos motivos já comentados.

Aos amigos e familiares de pessoas deprimidas: nunca se iludam que o amor, nestes casos, é o melhor remédio. É um recurso certamente necessário, mas também é o motivo de tantos se manterem eternamente em depressão. Acrescente humildade e este amor incluirá a orientação a profissionais mais competentes. Isto no mínimo deve reduzir o tempo de tratamento.

Você sabe a resposta para esta questão?

Por que o estado depressivo é considerado uma doença e não um sintoma (de problemas hormonais, de comportamento social, da falta de dinheiro, de reconhecimento, de fé ou de afeto, de esquizofrenia e ainda outros quadros)?

Ela poderia humanizar os tratamentos da depressão e reduzir o consumo de drogas e o gasto bilionário da sociedade com a depressão e, principalmente, com as patologias que são decorrentes dos quadros depressivos. Além de melhorar e muito a qualidade de vida desses milhões de pessoas.    

 

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