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Reflexões para a Saúde

O que é e os tipos de Depressão

 


 

Tenho regularmente feito críticas à Medicina e às Alternativas. Entre os quadros que mais me surpreendo pela superficialidade que tratam está a depressão.

Primeiro não há nem consenso no que seja depressão. Tudo que seja ou contenha sofrimento psicológico é chamado de depressão: tristeza, angústia, esgotamento físico, esgotamento psicológico, estresse, carência de valor, enfim, tudo que pode ser sintoma de depressão é confundido com depressão. Ora, vários desses sintomas são comuns a outros quadros! Anemia, deficiência de certo neurotransmissores, tristeza (como a perda de entes queridos), personas (posturas vivenciais que dão vantagens), situações existenciais difíceis e outros quadros requerem recursos diferentes, certo? Mas se todos estes quadros se confundem e cada terapia e mesmo a Medicina costuma ter apenas um conjunto de recursos para todos estes casos, podemos esperar eficácia maior em alguns casos e fracasso em outros.

Dá para entender a confusão: dá certa vantagem e rendimento ao terapeuta. Considerando que tudo que incomoda é depressão, eu, como profissional que trato disto, posso tratar todos esses quadros (e faturar trabalho, destaque ou numerário mesmo).

Ah , sempre têm os terapeutas que afirmam eu não penso assim... Então procura me dizer, antes de ler este texto, as diferenças entre depressão, tristeza, estresse e esgotamento psicológico.

Em segundo: além de tristeza, esgotamento e estresse, há ainda pelo menos cinco quadros patológicos com o nome depressão. Se errarmos no diagnóstico diferencial, provavelmente o tratamento será mais demorado, nem sempre corretivo e com mais sofrimento (apenas para o paciente).

Os profissionais da Saúde erram, e como erram nestes diagnósticos!

Falta definir o que é depressão!

Um das coisas que venho criticando é a falta de conceituação. Em textos como Túnel do Carpo, Fadiga Crônica e a relação com a Fibromialgia, síndrome do Intestino Irritado e outros, já comentei a confusão gerada pela falta de conceito. Lida-se com um sintoma a vários quadros patológicos e fala-se de síndrome ou transtorno, sem contudo definir o que seja realmente esta síndrome. Assim vários quadros com o mesmo sintoma são confundidos sob o mesmo diagnóstico.

Com a depressão não é diferente.

Tristeza x Depressão

Vamos diferenciar, inicialmente, tristeza e depressão, já que esta é uma das mais tolas confusões. Tristeza é algo que sentimos. Dói e muito. Já velou algum ente querido? Já amargurou o fracasso de um projeto que durou anos?  Já perdeu um grande amor? Já viu um ente querido com fome sem ter condições de lhe comprar o alimento? Então você já sabe: tristeza dói. Tristeza é um sentimento forte, intenso e dolorido.

Depressão é algo do outro lado: é algo que tira a sensação, que reduz a sensibilidade neurológica. Depressão tem esse nome porque se refere à depressão do sistema nervoso. Nossos neurônios são como um sistema elétrico - passa uma corrente elétrica pelos nossos neurônios. Algo em torno de 0,06 volts. Nossas tomadas domésticas funcionam com 110 ou 220 v enquanto que nossos neurônios com 0,06 v. Há também os neurônios químicos (que são acionados por produtos). Depressão consiste nos quadros em que essa transmissão é insuficiente, há uma depressão dessa voltagem e, consequentemente, redução na sensação.

Saboreia-se um alimento e simplesmente o sabor não é naturalmente sentido, há uma redução do sabor. Olha-se o que se gosta e a sensação de prazer não é sentida. Ouve-se a música preferida, e nada. É um mal estar, um viver uma vida reduzida, tipo fora do ar. Nada a ver com a tristeza de perder um ente querido, apesar de este segundo caso poder levar ao primeiro. Isto prejudica o funcionamento do organismo e certamente é patológico. Mas tristeza e depressão são coisas bem diferentes! Um, você sente e o outro, você quase não sente. Simples, por que a confusão?

Em outro momento (texto) já diferenciei estresse de esgotamento e ambos de depressão, mesmo que um desses quadros possa levar ao outro. Achei desnecessário repetir aqui. Vamos esboçar apenas alguns tipos de depressão.

O que é depressão

Depressão é isto: um sentir reduzido, um viver reduzido, um amar reduzido, enfim, um quadro em que os nossos sentidos estão reduzidos. E há vários motivos e sistemas que podem nos levar a este quadro. Assim é recomendável que saibamos identificar o tipo de depressão para que a proposta terapêutica tenha eficácia.

A Depressão Defensiva

Nem sempre a depressão é uma doença. Há casos em que ela pode até ter certa utilidade a nossa saúde.

Sei das alterações hormonais, das doenças associadas a este mal, que este estado está na raiz de muitos outros males e que há até casos de suicídio. Sim, a depressão sempre deve ser tratada como um caso grave. Mas continuo reparando que nem sempre a depressão é uma patologia.

Já perceberam que certa depressão se dá após um estressamento do sistema nervoso?

Imagine alguém que investiu muito de sua vida na criação dos filhos, para que eles não tivessem tantos sofrimentos quanto seus pais. Se experimentar vê-los com dificuldades que nem eles nem seus pais conseguem resolver, podemos imaginar o sofrimento para esse pai ou mãe? Tente imaginar. Do mesmo modo, como se sente alguém que trabalhou por anos para conseguir algo, como uma casa própria, o reconhecimento de alguém, certa companhia até o fim de seus dias, e fracassou. Dá para imaginar o que é a derrocada de um sonho que durou anos? Calcule, ainda, o sofrimento de ter sido traído pelo seu melhor amigo, seu sócio ou pelo seu cônjuge, e nada poder fazer. Sabe como se sente um trabalhador que perdeu o emprego, tem o desejo que seus filhos não passem fome, mas acaba por vê-los mendigar ou ir almoçar na casa dos parentes que o acusam de incompetente? Sabe daquele jovem que se apaixonou perdidamente, mas não foi correspondido, apesar de ele ter investido tudo que tem? Sabe a sensação de impotência que nos acomete depois de sofremos assaltos ou ações que nos fazem sofrer sem podermos revidar ou pelo menos nos proteger?

Perceba: certas situações podem ser responsáveis por um grande sofrimento. E este sofrimento corresponde a uma descarga hormonal substancial, patológica mesmo. No intuito de se defender, o organismo altera a produção de vários hormônios como a noradrenalina, o cortisol, a dopamina e as endorfinas. É nesta hora que vem a depressão defensiva: reduzimos nossa sensibilidade. Menos sensíveis ao sofrimento, menos produção hormonal negativa (noradrenalina e associados), menos males ao nosso organismo, menos sofrimento físico e psicológico, daí o quadro ser útil à manutenção da saúde.

Tipo assim: com a nossa sensibilidade normal, as alterações orgânicas provocadas por estas fases de sofrimento provocariam ainda mais estragos, daí a redução da sensibilidade: como defesa.

Agora como costumam tratar esse quadro?

Como se trata a depressão de forma geral?

Não faltam opções. A medicina a trata com fármacos. As psicoterapias, com seus procedimentos. A cromoterapia, a aromaterapia, o DO-IN e Florais com cores, aromas, pontos e medicamentos florais, respectivamente. Um dos principais recursos, talvez o principal, nem costuma ser relacionado, apesar de fazer parte da maioria dos tratamentos: o amor e a solidariedade dos amigos e dos familiares. Sim, é a companhia que alivia e suporta esse quadro. Nunca sair para fazer compras, tomar umas e outras, 

Qual destes recursos é mais eficaz? Afinal, são protocolos bem diferentes e certamente um deles deve ser mais eficiente que os outros.

Respondeu? Se você já deu uma resposta, provavelmente errou. Sem sabermos com que tipo de depressão estamos lidando, é mais fácil mantermos a patologia ou tomarmos um caminho mais longo para a sua reabilitação do que ser eficaz.

Como se trata a depressão defensiva?

Jogando o seu amigo ou cliente para cima, levando-o ou orientando-o a se distrair, mostrando-lhe que há coisas boas na vida, certo? Seja levando-o às compras, ao bar para relaxar, à igreja para orar, a ambientes que sabemos que ele gosta ou outro lugar em que se considere que há algo bom e útil. Ou então com um remédio que melhore suas sinapses, um floral, uma massagem, uma seção de  Reiki, uma terapia auricular, um chá estimulante. Afinal, estes são os caminhos que se costuma oferecer aos deprimidos de forma geral.

E aí ele vai ver pessoas que não fracassaram como ele, vai ter o ambiente propício para confirmar seu sofrimento, vai vivenciar o sofrimento que sua depressão defensiva queria lhe poupar. Sabe por que? Porque vivemos num sistema em que o consumo é naturalizado: se você não está consumindo naturalmente, isto, por si, já é uma doença. Nem percebemos isto. Locais de consumo - cabeleireiros, bares, shoppings, boates e outros locais de consumo é onde queremos que o deprimido se interesse em ficar. E, se conseguimos, estamos certos de ter feito um bom trabalho.   

Quem investiu na solidariedade e companhia e, ao mesmo tempo, economizou o amigo de ambientes felizes começou bem. Foi o seu caso? Sei que a maioria procura expor estes depressivos a ambientes, digamos, mais positivos

Depressão Química

Sabemos que o funcionamento orgânico depende do equilíbrio de centenas de hormônios e produtos. E, eventualmente, o organismo deixa de produzir ou captar algum. Perda da produção ou da captação de serotonina, oxitocina ou outro hormônio ligado à sensação prazerosa certamente impossibilitará esta sensação. Isto certamente é depressão. Saiba um pouco sobre hormônios clicando aqui.

Como se trata a depressão química

Como se trata a depressão química? Normalmente como todas as outras, daí as minhas críticas iniciais. Sabe todo aquele rol de opções já comentado? Só um recurso efetivamente funciona: fármacos. E toda a listagem de terapeutas que se propõe a tratar esse mal consegue algum pequeno alívio, mas menor que o alcançado com os remédios corretos. Amigos podem ajudar, terapias alternativas podem e devem colaborar porque, sem estímulos prazerosos, o prazer não ocorre. Mas todos os protocolos, para darem certo, precisam do fármaco. Os outros são coadjuvantes, são as fontes das sensações, por isto são importantes. Mas sem o fármaco, no meu entender, um prejuízo ao cliente-paciente.

E aqueles que tiveram sucesso com a depressão defensiva? E os que levam o amigo para tomar uma cerveja, a mulher para cortar os cabelos ou tomar um banho de shopping? Saindo para espairecer? Buscando pensamentos positivos ou um novo amor? Pois é, . Tantos terapeutas pra a depressão, quase nenhum sabendo diferenciar os tipos.

Agravante da depressão

Estamos num sistema de capital, de consumo exacerbado. Para viver, temos primeiro de sobreviver. Precisamos de casa, comida, laser, transporte, saúde e muitas outras coisas que custam dinheiro. Consumir é vital, sem dinheiro, nem teremos como garantir um bom ensino para os filhos ou como pagar por um plano de Saúde. E tem os niveladores: o tipo de celular, os canais de televisão que se tem acesso, ipod, tablet, som, vestes de qualidade, higiene pessoal etc. Sem condições de consumo, não há saúde ou vida. Reclamem os que queriam que não fosse assim, mas é: sem dinheiro você não dá aos seus um mínimo de saúde, educação, laser e qualidade de vida. Atrás do certeiro chavão dinheiro não compra a felicidade, marcamos que dinheiro é uma coisa e felicidade, saúde, educação etc, outras. Mas isto não tira a importância do numerário. Infelizmente. Certamente o objetivo de ganhar dinheiro deve ser submisso ao de ser feliz, mas o segundo ser mais importante não diminui a necessidade do primeiro.

E aí é fácil identificarmos uma das principais opções para o tratamento da depressão: levar o cara para tomar uma cerveja com os amigos, a mulher para cortar os cabelos ou tomar um banho de shopping. Enfim, sair para espairecer!

Parcialmente errado, aí é que vamos precisar mesmo dos fármacos. Sabe o que é perder o emprego e ver os outros muito felizes nos bares e shoppings investindo o que ganharam? Sabe o que é sofrer um baque familiar e sair por aí para ver famílias que estão felizes? Quem vai pagar a conta do bar ou do shopping? E tem certeza que o beneficiado vai se sentir bem com isto?

Sabe o que é acreditar no pensamento positivo e sofrer um revés? É sentir que você mesmo é o responsável pelo que está passando. Pode até ser verdade, mas não ajudará no caso, pelo contrário, costuma prejudicar.

Depressão social ou da vítima

Outro tipo de depressão, talvez a mais comum. Muitos utilizam a depressão como forma de manipulação. Nunca é uma decisão racional, tampouco consciente ou reconhecida como "de propósito". Pelo contrário, normalmente a própria pessoa e muitas vezes seus parceiros a reconhecem como vítima, daí o títtulo.

O estado depressivo costuma angariar, ao deprimido, certas vantagens, como a atenção dos filhos, os cuidados da pessoa amada, a dispensa de obrigações ou de decisões etc. Certa paciente, sempre que adoecia, o filho querido vinha de Salvador para visitá-la. Nunca ficava mais de dois meses sem uma crise: deitava-se, em depressão, e recusava até alimentos. Falava-se até em morte, daí a visita urgente do filho querido. A depressão servia para justificar e demonstrar o estado de carência, mas também pode significar a falta de dinheiro, de objetivos na vida ou o desgosto com a situação atual.

Falemos mais um pouco deste quadro. Freud registrou certa diferença entre o luto e a melancolia. Ele reparou que, regularmente, o luto dá continuidade a um estágio deprimido, de vítima, em que a pessoa em questão desloca o valor que dava ao objeto perdido a si mesma, para a sua situação. Como consequência, já não valoriza tanto o objeto perdido, por vezes até o acusa de tê-la abandonada e faz uso inconsciente de seu estado de vítima para manipular pessoas e situações. Sofre enquanto provoca sofrimento naqueles que ama.

Como a viúva que tem uma filha que mora com ela, a segunda que vem lhe fazer o almoço e outra que vem passar o domingo. A filha que mora com ela e trabalha nunca pode passar uma noite fora, precisa não deixar a mãe sozinha. A que vem fazer o almoço, tem de se desdobrar com a sua própria casa e esta atividade amorosa. A terceira nunca pode participar os momentos de lazer de seus familiares aos domingos porque precisa ficar com a mãe para que as outras irmãs possam ter alguma atividade pessoal. E o discurso não muda: a viúva é tão vítima que precisa do amor de suas filhas para viver. Todas estão envolvidas, em nome do amor familiar, em uma estrutura deprimente.

Como outra senhora em que o quadro de sofrimento obriga o marido a ficar em casa e cobrir-lhe nos afazeres domésticos. O estado depressivo se confunde com a situação vitimante e assim o sofrimento se perpetua.

Nestes casos, fármacos resolvem? Não, perpetuam. Solidariedade e amor resolvem? Não, também perpetuam. E a solução é tão fácil que muitos a encontram por acidente.

Depressão suicida

Relato ainda outro tipo importante de depressão. Há certo quadro que facilita, ao sofredor, o suicídio. São casos raros, mas importantes por causa da consequência: o suicídio. Só não convém descrever melhor para evitar que leigos se arisquem no diagnóstico.

Outros tipos de depressão

Existem ainda outros quadros depressivos além da depressão estar constantemente associada a outras patologias como fibromialgia, artrite reumatóide, doenças auto-imunes, fúria, fracassos, lúpus eritematoso, fobia, burnout, pânico e câncer. Mas este texto tem caráter introdutório e acredito que seu desenvolvimento produtivo depende de escolhermos um caso para direcionarmos a fala.

Quem trata a depressão?

Falando sério: que amigo, familiar ou terapeuta é capaz de fazer um diagnóstico diferencial entre os quadros aqui apresentados e alcunhados de depressão? Melhor deixar para os médicos? Certamente farão a opção farmacológica - o que garante alteração nas sensações, o que costuma aliviar o sintoma, mas não é garantia de ser a melhor opção. Sei que inúmeros religiosos e profissionais se oferecem para ajudar nesses casos. Não, não nego que ajudem e até sejam mais eficazes que os fármacos, mas incorrem em muitos riscos. O mais raro e perigoso: o de suicídio do amigo. E o mais comum: perpetuação do quadro, mais tempo de vida gasto no tratamento, menos vida para os envolvidos.

Então: terapia auricular, acupuntura, cromo e fitoterapia, orações e muitas, muitas opções são oferecidas. Praticamente todas alteram o quadro, mesmo que a maioria, de fato, não lide diretamente com a patologia. Como têm resultados positivos, muitos se contentam e até se propõem a aplicá-las. E aí está o motivo de minha surpresa: basta ter alguma eficácia que não se interessam pelo diagnóstico diferencial. Até porque, acredito, seja exclusivo de profissionais com certa formação longa, ampla e muita, muita experiência. 

Sugestão de tratamento

Sempre procure orientação médica. Sei que a grande maioria destes profissionais muito raramente recomenda alguma psicoterapia e ainda mais raramente uma terapia alternativa, mas esta classe é legal, social e tecnicamente mais bem preparada. Agora, jamais deixe de procurar um psicólogo. Dependendo da linha do psicólogo, ele pode oferecer recursos que certamente a Medicina e as psicoterapias alternativas ignoram. Há até psicoterapeutas e alternativos que se oferecem nesses tratamentos mostrando quadros em que obtiveram sucesso, mas aí recomendo certo cuidado pelos motivos já comentados.

Aos amigos e familiares de pessoas deprimidas: nunca se iludam que o amor, nestes casos, é o melhor remédio. É um recurso certamente necessário, mas também é o motivo de tantos se manterem eternamente em depressão. Acrescente humildade e este amor incluirá a orientação a profissionais mais competentes. Isto no mínimo deve reduzir o tempo de tratamento.

Você sabe a resposta para esta questão?

Por que o estado depressivo é considerado uma doença e não um sintoma (de problemas hormonais, de comportamento social, da falta de dinheiro, de reconhecimento, de fé ou de afeto, de esquizofrenia e ainda outros quadros)?

Ela poderia humanizar os tratamentos da depressão e reduzir o consumo de drogas e o gasto bilionário da sociedade com a depressão e, principalmente, com as patologias que são decorrentes dos quadros depressivos. Além de melhorar e muito a qualidade de vida desses milhões de pessoas.    

 

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