| Terapia Corporal | |||||||
| Direcionamento Corporal | |||||||
Introdução Este texto foi escrito para que terapeutas corporais pudessem compreender as propostas das Massomobilizações, uma terapia alternativa corporal passiva que, além de desenvolver manobras para alongamento profundo e para lidar com os problemas da terceira idade, defende o direcionamento dos trabalhos corporais. Reparamos que os terapeutas tendem a apresentar sempre um trabalho parecido, quaisquer que sejam o cliente ou o seu quadro: os defensores de acupuntura, Shiatsu ou Reiki priorizarão essas técnicas assim como os massagistas que acreditam mais na massagem pesada costumam aplicá-las em praticamente todos os seus clientes, como comentado no texto Ortopedismo e Pré Conceito Paradigmal. Esta apostila introduz o direcionamento do trabalho corporal e será útil a todos que, buscando o aprimoramento, dominam mais de uma técnica.
Os Tipos e Efeitos dos Trabalhos Corporais As terapias corporais podem ser divididas conforme o efeito que, predominantemente, promovem. Efeitos neurológicos: Aumento do metabolismo, predominantemente: Ação mecânica:
Efeitos Ignorados ou subponderados Alguns detalhes e observações sobre alguns desses itens serão comentados a seguir, assim como serão inseridos capítulos no intuito de acrescentar informações interessantes. Contudo, o leitor deverá lembrar-se que esta apostila tem cunho introdutório e procura apenas fornecer informações básicas ou curiosas, deixando inúmeros dados e fatos importantes sem qualquer comentário
Os neurônios proprioceptivos, como quase todos os neurônios, fazem sinapse na medula e enviam as informações para o cérebro. Neste caso específico, os núcleos de parte desses neurônios (em destaque o deslizamento) se localizam numa região que recebeu o nome de núcleos de prazer. Estímulos nesta área promovem ação reflexa no hipotálamo e, conseqüentemente, nas vísceras, glândulas e até nos músculos. A principal reação registrada é o aumento substancial da serotonina, neurotransmissor em voga nos últimos tempos. Curioso pensar que a saúde depende de estímulos nessa área e desse neurotransmissor. A um jovem cheio de fé e expectativas, associamos o prazer nas suas atividades. Da mesma forma, ligamos doenças aos que estão se sentindo fracassado ou muito sobrecarregado. Não apenas dores e doenças, como certos vícios. Não são apenas os neurônios proprioceptivos que promovem prazer. Além da satisfação psíquica, os sabores doces e os gordurosos (como batata frita e chocolate), o cheiro doce e o atrito de mucosas (mascar, fumar, praticar sexo ou onanismo ou comer compulsivamente), também. Fazer o que se reconhece por certo (caridade, trabalho, divulgação da verdade e outros comportamentos repetitivos) também estimulam a mesma área. Curioso, não? São justamente os hábitos ou vícios de pessoas que não se sentem satisfeitas. Não é à toa, uma loucura ou doença do organismo. Com esse tipo de estímulo, conseguimos aumentar a ação hipotalâmica, tão necessária ao equilíbrio orgânico, apesar dos efeitos nocivos. No caso dos comportamentos repetitivos, por exemplo, o desgaste e a baixa de imunidade são reações nocivas tanto quanto o aumento das taxas de glicose ou de gordura nos viciados em açúcar ou chocolate. As manobras mais utilizadas com ação nos proprioceptivos são o deslizamento superficial e a imposição de mãos. As terapias e técnicas em que estas manobras predominam são: massagens indiana, tailandesa e suave; drenagem linfática, Reiki, imantação (do Mesmer ou dos passes espíritas); cura prânica e a técnica do esparadrapo.
Estímulos de neurônios motores Certas manobras, como as percussões, tapotagens e vibrações, conseguem estimular a contratura muscular. Um bom exemplo é conseguido quando uma pessoa passa a percutir (dar tapinhas com as pontas dos dedos, como que cavando, com certa força) sobre o abdome, de um lado ao outro. Em pouco tempo, sentirá a contratura da musculatura abdominal. Estas manobras fazem parte da rotina da maioria dos massagistas e poucos se atentam com o fato de esse grupo de manobras promover reações contrárias ao relaxamento, o que costuma ser buscado. Os efeitos de contratura costumam ser minimizados porque as percussões podem promover hiperemia (aumento da circulação de sangue no local) e esta reação produz algum relaxamento muscular. A sensação final costuma ser a de tonificação ou disposição. É uma das bases da massagem estética e da tonificante e participa da M3i (Massomobilizações para pacientes especiais, nos casos em que se deseja ganho de massa muscular).
Sobre a dor, devemos destacar dois fatos: as reações conseguidas com estímulos nesse grupo de neurônios, tratadas neste capítulo e no próximo, e as possibilidades de redução da sensibilidade deles, no capítulo que seguirá ao próximo. Optamos por apresentar o texto Como o Shiatsu Funciona como o próximo capítulo deste trabalho por entender que o shiatsu é a terapia que melhor explora esse recurso. As massagens que estimulam os nociceptores conseguem promovem ação direta no sistema autônomo: o organismo reage a possíveis agressões. Relatam-se pequenos aumentos de pressão arterial e de contratura muscular ao início dos trabalhos. Contudo, como o organismo não reconhece qualquer perigo, as reações predominantes ficam por conta das parassimpáticas. Convém destacar dois tipos de estímulos nesses neurônios: o que promove a dor, mas não a ponto de o paciente se contrair, como na maioria dos shiatsus e na massagem relaxante, e o que promove a contratura muscular, como na massagem estética e no shiatsu sohô. No texto sobre shiatsu a seguir, referimo-nos ao primeiro tipo. Como o shiatsu funciona? Existem mais de uma forma de se explicar como o shiatsu funciona. Shiatsu é uma palavra japonesa que quer dizer pressão com o dedo. Esta prática alternativa consiste em pressionar com o dedo, repetidas vezes e em vários trechos, o corpo, seguindo o trajeto de certos meridianos (canais) de energia, no intuito de reorganizar a circulação dela. Os povos antigos acreditavam na existência de miasmas (Energia Negativa). Até o desenvolvimento do microscópio, na primeira década do século XX, eles não conheciam um vírus nem os hormônios, mas tinham suas dores e doenças. Sabiam que, provocando sangrias, essas dores e doenças se aliviavam. Apesar de observarem atentamente o sangue que, ao sair, promovia a cura, não conseguiam identificar a doença ou nada de anormal, logo, o mal era invisível: uma energia, certamente. Por causa disto, passaram a associar essas três coisas: sangue, energia e doenças. Seja uma cólica menstrual, uma ciática, uma dor nos joelhos ou simplesmente uma dor de cabeça. Se provocarmos uma sangria, esses e inúmeros outros males se aliviam. Hoje, sabemos que a retirada do sangue provoca aumento do metabolismo de forma geral e reações na produção de sangue: reagimos aumentando a produção de hemácias, glóbulos brancos, anticorpos e tudo o mais, além de aumentar a circulação de sangue (com os nutrientes). Há modificações até na taxa de certos hormônios. Este conjunto de reações consegue aliviar vários sintomas. O próprio corte, seja pela dor ou pela atenção que desperta, também provoca redução na sensibilidade das outras dores e outras reações terapêuticas. A medicina ocidental, desde o século XIX, vem se voltando à farmacologia e outros conhecimentos médicos para definir seu modo de agir, abandonando a sangria e as teorias daquela época. Hoje em dia, a explicação é bem diferente. A fisiologia explica que, durante uma seção de shiatsu, estimulamos um neurônio chamado nociceptor (neurônio da dor), promovendo uma série de reações. Quando um organismo se sente ameaçado (a dor é uma ameaça), seu sistema nervoso simpático responde e, ao passar a situação de ameaça, o parassimpático entra em ação, regularizando a situação. Como na massagem não existe de fato uma ameaça, predominam as reações parassimpáticas, cujo resultado mais importante é o aumento substancial na produção de dopamina, neurotransmissor que afeta a sensação de dor. Façam a experiência, como tenho feito em inúmeras salas de aulas: identificamos um ponto de dor em um modelo (pessoa que aceitou participar da experiência), os pontos gatilhos são perfeitos para isso, selecionamos uma área do corpo, distante do ponto selecionado, para pressionar; a pressão não deve provocar contratura muscular; o modelo pode e deve sentir bem o toque, mas não a ponto de se contrair; o ritmo de um toque por quatro segundos parece bom; qualquer trajeto serve: subindo, descendo ou para as laterais. Após cinco minutos, a dor, se persistir, será substancialmente menor. Vejamos outras reações fisiológicas. O nociceptor, estimulado, promove a produção de um irritante, o neurotransmissor P, que aumenta o metabolismo, provocando maior circulação de sangue e linfa no local. Sabe aquela inflamação típica e sem viroses na coluna e em outras articulações? Pode ser produto do estímulo de nociceptores ou de outros neurônios. Outra reação: o toque na pele promove reações reflexas nas vísceras (passando pelo hipotálamo), beneficiando até as funções viscerais! A fisiologia ainda enumerará outras reações metabólicas ao toque como o mecanismo denominado portão da dor, mas as que já foram enunciadas bastam a este texto introdutório. Destaquemos apenas mais um detalhe na ação do shiatsu às dores na coluna para que não fiquem dúvidas que, apesar das reações primárias do shiatsu serem neurológicas, essa massagem alivia até problemas musculares. A coluna é uma série de ossos com discos de cartilagem entre eles. Pelos discos passam neurônios, que se espalharão pelo corpo. Uma hérnia ou a diminuição do espaço discal, seja por peso, postura, calcificação, musculatura excessivamente forte ou flácida ou acidente, comprimem alguns nervos. A reação é conhecida. Para diminuir a dor, o organismo compensa, contraindo músculos no intuito de aliviar os esforços. E aqui mora um perigo: essa reação consiste em encurtar e aproximar a musculatura para-vertebral da coluna no intuito de essa musculatura absorver os esforços que seriam sofridos pelas vértebras. Essa musculatura, contraída, aumenta ainda mais a pressão entre as vértebras. O alívio na dor, resultado comum no shiatsu, facilita ao organismo reduzir a compensação, diminuindo a contratura muscular: não é à toa que o shiatsu tem grande efeito em ciática e outras dores musculares. Convém, ainda, discernir massagem shiatsu de shiatsuterapia. Ambas as práticas consistem em pressionar sobre linhas, de modo corrigir a circulação de energia. Na massagem, o profissional aprende uma seqüência muito eficaz no alívio de dores e as bases da medicina tradicional chinesa. Na shiatsuterapia, o profissional terá um currículo mais extenso e se valerá de outros recursos na aplicação de sua técnica. Baseadas nas teorias antigas e simplesmente ignorando a fisiologia, pessoas crêem na circulação de energia com a mesma determinação que os mais religiosos defendem sua própria concepção de divindade. Assim como nas religiões, formam-se grupos que acreditam estar mais perto da verdade, constantemente considerando a ciência arcaica, obsoleta, prepotente ou intransigente (justamente os adjetivos que recebem dela). Não possuem argumentos científicos além da afirmação que os cientistas descobriram que o ponto tal aumenta a produção de endorfinas (como se apenas aquele ponto tivesse essa capacidade). Como a experiência pessoal, tanto com a divindade quanto com a energia, é da esfera do existencial, debates com esse assunto são evitados e grupos de especialização e aprofundamento, prosperam. Como o shiatsu funciona? Dependerá das crenças de quem o defende. Eu desisti de afrontar a ciência e fiz dela uma aliada. Sem descartar opções, prefiro a explicação científica pelo mesmo motivo em que priorizo a técnica: são dois campos em que podemos tanto nos desenvolver quanto desenvolvê-los. Redução da dor A sensação de dor é conseguida por estímulo nos nociceptores, que envia os impulsos para o cérebro. O nociceptor pode ter seus impulsos reduzidos em três instâncias: na área terminal, onde ele é estimulado, na passagem de seu estímulo para a coluna e no cérebro, onde ficam os núcleos de dor. Vários estressores, como ácidos, compressão e corte, podem estimular um nociceptor. Uma das formas de reduzir esses impulsos é promovendo a sua depressão ainda em seus terminais, estimulando-o até deprimi-lo, mas não costuma ser nem o recurso mais utilizado, nem o principal na redução da dor. Os neurônios fazem sinapse na medula e passam a informação para o cérebro. Não apenas os nociceptores, como todos os outros. Quando mais de um tipo de neurônio é estimulado, os de diâmetro maior se sobrepõem ao de menor bitola. Uma das classificações de neurônios sensoriais os dividem em tipo A (5 a 20mm), B (3 mm), C (0,5 a 1 mm, os nociceptores) e D (1 a 7mm). Como percebemos, os nociceptores são os de menor bitola e, por isto, são os mais prejudicados, motivo que deu ao mecanismo o nome de portal da dor. Friccionar a pele, colocar tirinhas de esparadrapo e aquecer são recursos nos quais utilizamos esse mecanismo. A terceira área onde podemos reduzir os impulsos, como já vimos, é no telencéfalo, a nível da região onde ficam os núcleos de dor. Em terapias corporais, o aumento da dopamina é conseguido com as massagens fortes. Contudo, o aumento de serotonina, conseguido com as massagens suaves, também atua sobre a dor. Ou seja, não é à toa que todos os terapeutas relatam casos de alívio de dor: todos os trabalhos corporais têm efeito sobre ela.
Todos os trabalhos corporais promovem o aumento do metabolismo, mas neste capítulo estamos nos referindo às manobras como fricção que otimizam estas reações promovendo a hiperemia em alto grau, a ponto de deixarem a pele bem avermelhada e aquecida. O aumento da circulação de sangue arterial aumenta a eliminação de estressores (ácidos, toxinas, resíduos metabólicos etc.), o retorno venoso, o fornecimento de nutrientes celulares, o relaxamento muscular, as atividades da maioria das vísceras e a temperatura das mucosas, entre outros efeitos. O aquecimento da pele é considerado o mais importante efeito da massoterapia e é o motivo da necessidade de se expor a pele do cliente. São tantas e tão importantes as reações, que possuem várias contra-indicações. Acreditamos que sejam por causa delas que a massoterapia está submetida à orientação médica, e outras terapias corporais, como Reiki e Shiatsu, não.
Sabemos que os exercícios e as manobras cinestésicas não conseguem aumento relevante no retorno linfático, tampouco as manobras fortes ou de amassamento, que predominam nas massoterapias. Para redução dos edemas, as terapias mais comuns são por a perna para cima ou utilizar certos tipos de meia. Assim, as linhas de drenagem linfática se destacam entre as terapias corporais pelos efeitos que conseguem na redução inchaços. Os edemas podem ter diversas origens. Podem ser por insuficiência renal, trombose da veia renal, diabete, lúpus eritematoso sistêmico, doença amilóide, retenção de sódio e água, ação de hormônio antidiurético, insuficiência cardíaca, cirrose hepática, anemia, estase venosa, tônus muscular deficiente, edema pré-menstrual, longos períodos na posição em pé ou sentada, temperatura ambiental alta, carcinoma, repouso prolongado em leito, falta de movimento, obstrução do fluxo da linfa ou da veia cava inferior, depósitos de gordura, trombose, embolia, tromboflebite e até por causa hereditárias. Logo, é regra o pedido de uma receita médica com a indicação: enquanto é altamente benéfica em alguns casos, é contra-indicada em outros.
As manobras de massoterapia alteram a circulação de sangue e o fluxo venoso nos músculos, promovendo a remoção de metabólicos. O toque repetitivo deprime os terminais que promovem a contração, facilitando o relaxamento. Outro terminal, o OTG (órgão tendinoso de Golgi), que mantém parte do controle e das informações sobre a tensão muscular, pode ser deprimido pelas massagens e facilitar o relaxamento. A pressão também promove efeito inibidor dos neurônios aferentes, útil em casos de seqüelas de AVC. As manobras de amassamento e compressão, além desses efeitos, têm ação direta nos filamentos, soltando os músculos.
Alongamento das fibras musculares Optamos por isolar o efeito de alongamento das outras ações nas fibras musculares porque as massoterapias, que muito se prestam ao relaxamento muscular, não se mostram eficazes em problemas articulares ou no alongamento dos tendões, até porque muitos músculos não podem ser apalpados. Certos trabalhos corporais passivos, em especial as Massomobilizações, conseguem alongamento diretamente nos tendões, com ação determinante nos problemas articulares. Estes alongamentos somam algumas vantagens à movimentação, o principal trabalho terapêutico para problemas articulares. O alongamento dos tendões facilita a recuperação do espaço articular e reduz os esforços na articulação, com ação direta sobre a recuperação dos movimentos e no alívio de dores.
Além do aumento substancial na produção de líquido sinovial, a movimentação articular consegue aumentar de 5 a 15 vezes a circulação de linfa profunda. Por outro lado, as massoterapias, tampouco a drenagem linfática, conseguem efeitos similares nesta circulação, que corresponde a aproximadamente 20% do retorno linfático. Assim, os exercícios e a movimentação passiva das articulações tomam vulto e importância na nutrição e na eliminação de metabólicos de ossos, cartilagens e músculos profundos. A movimentação é reconhecidamente uma terapia insubstituível no trato de problemas ósseos e articulares. As terapias em que predominam esses trabalhos são da ordem da Educação Física, a cinesioterapia e a movimentação articular passiva, comum em algumas terapias corporais como a quiropraxia indiana e em destaque nas Massomobilizações.
Os trajetos reflexos das massagens sobre as vísceras e o relaxamento promovido em certos músculos pelo apalpamento das vísceras já foram confirmados. Devido ao desenvolvimento embrionário, um mesmo nervo costuma enervar a pele, músculos e vísceras. Uma disfunção no órgão promove contratura ou dor no músculo associado da mesma forma em que estressores no tecido podem afetar a função visceral. Além dessas reações reflexas, manobras da massoterapia conseguem aumentar o peristaltismo e o esvaziamento do estômago (ação mecânica). Outras manobras têm ação sobre os músculos da respiração ou conseguem reações no ritmo respiratório ou na expulsão de secreções. As percussões, se feitas num ritmo próximo do cardíaco, conseguem aumentá-lo ou diminuí-lo. Estas ações não costumam ser o destaque em nenhuma massoterapia, mas são utilizadas por alguns terapeutas. As reações nas outras vísceras, como os rins, a bexiga e o estômago, são reconhecidas, porém pouco estudadas.
O ambiente e o terapeuta promovem reações no paciente, até mesmo viscerais, que costumam ser sumariamente ignoradas ou pervertidas. Não que não sejam reconhecidas: são regularmente comentadas. Mas não são diretamente consideradas nem buscadas. No caso de terapias com fundamentação energética, esses efeitos são associados à boa energia que emana de algum lugar. No shiatsu, acredita-se tanto na circulação de energia em meridianos quanto nas trocas energéticas com o meio. No Reiki, a energia principal vem canalizada pelas mãos do terapeuta. Sejam duas (yin e yang), três (kapa, pita e vata), quatro (do fogo, da água, da terra e do ar) ou cinco (madeira, fogo, terra, metal e água), a energia será o princípio da cura e as relações inconscientes ou subjetivas serão manifestações importantes, porém secundárias, dela.
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