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Shiatsu - O que é e os mecanismos de ação

 


 

Para entender porque ministramos um curso prático e completo de shiatsu em poucas aulas.

Shiatsu – o que é?

Inúmeras técnicas terapêuticas se apresentam sob esse título, o que vem causando certa confusão. Poucas coisas têm em comum:

1.   Concordam que SHI quer dizer dedo e ATSU, pressão;

2.   Defendem que SHIATSU é uma técnica terapêutica de manipulação do corpo, com as mãos e dedos;

3.   Possuem meridianos;

4.   Todas se importam com a questão da diagnose.

E só.

Há linhas de shiatsu que só utilizam o toque shigueki-gakun; outras, apenas deslizamento e alongamento; algumas utilizam massagens com os pés e há aquelas que incluem massoterapia.

Nem os meridianos chineses são comuns em todas as linhas: algumas seguem o da acupuntura e muitos preferem seguir os espaços inter-ossos ou músculos.

Mesmo as teorias de base dessas terapêuticas, em especial a teoria de Cinco Elementos, poderão ter abordagens e desenvolvimento tão diferentes que parecerão teorias diferentes.

Há quem diga que é uma técnica chinesa há 5000 anos e quem afirme que apareceu no Japão no início do século XX. O nome - shiatsu - é japonês.

Como funciona

Os povos antigos acreditavam na existência de miasmas (Energia Negativa).

Até o desenvolvimento do microscópio, na primeira década do século XX, eles não conheciam um vírus nem os hormônios, mas tinham suas dores e doenças. E desenvolveram várias teorias para explicar essa relação.

Nos nossos cursos não utilizamos mais as teorias energéticas. Hoje em dia, a explicação é bem diferente.

A Fisiologia explica que, durante uma seção de shiatsu, estimulamos terminais nervosos nociceptores (neurônio da dor), promovendo uma série de reações autônomas. Quando um organismo se sente ameaçado (a dor é uma ameaça), seu sistema nervoso autônomo responde.

Este sistema nervoso se divide em dois: o simpático e o parassimpático. O simpático só fica em ação enquanto houver a sensação de ameaça, o que não é o caso numa seção de terapia. O parassimpático, então, responde pelas reações do shiatsu.

 

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No shiatsu registra-se aumento substancial de dois neurotransmissores: dopamina e endorfina, que afetam a sensação de dor. Um a nível terminal (endorfinas, no local da dor) e outro deprimindo a sensibilidade dos núcleos de dor (dopaminas, na área do encéfalo chamada de troncocerebral, onde ficam os núcleos dos neurônios que sentem dor). Todas as pesquisas das reações endócrinas com shiatsu e DO-IN mostram aumento substancial desses neurotransmissores. As reações parassimpáticas têm a característica de equilibrar as reações simpáticas.

Sabemos que não são só estes os mecanismos de ação. Guyton1 apresenta um sistema de supressão da dor com três níveis: 1) inibição dos sinais de entrada da dor ao nível da medula (inibição pressináptica); 2) a presença de neurônios seritoninérgicos (secretores de serotonina) que suprimem os sinais da dor na medula e 3) a presença de neurônios secretores de encefalina que suprimem os sinais da dor no tronco cerebral.

Vejamos outras reações fisiológicas. O nociceptor, estimulado, promove a produção de um irritante, o neurotransmissor P, que aumenta o metabolismo, provocando maior circulação de sangue e linfa no local da pressão.

Uma das principais reações ao shiatsu é a compensação muscular. O alívio da dor atua diretamente na compensação, daí o sucesso e persistência dos efeitos do shiatu.

Outra reação: o toque na pele promove reações reflexas nas vísceras (passando pelo hipotálamo), beneficiando até as funções viscerais!

A Fisiologia ainda enumerará outras reações metabólicas e antálgicas promovidas pelo toque, mas as que já foram enunciadas bastam a este texto.

Onde se aplica?

O shiatsu tem três grandes campos de atuação: estresse, dor e problemas artro-musculares.

Estresse: as reações de uma seção de shiatsu, como vimos, são predominantemente parassimpáticas, atuam na regulação do simpático, que é o sistema nervoso em questão e acionado nesses quadros.

Dor: entre as primeiras e principais reações parassimpáticas estão a produção de dopamina, endorfinas e encefalinas, todas com ação determinante na redução da sensação dolorosa.

Problemas artro-musculares: como vimos, a redução da dor tem ação direta e ampla na compensação muscular, algo intrínseco nos problemas artro-musculares.

Por que no nosso curso ministramos um curso completo em poucas aulas?

Com o conhecimento dos mecanismos de ação, dispensamos a parte teórica energética e priorizamos a parte prática, bem menos extensiva. E ainda fornecemos um DVD de apoio ao curso com dois vídeos: um com a série completa bem explicada e outro marcando por onde passam os meridianos.

Os alunos ainda contam com reciclagem gratuita em até um ano e local para treinamento. Não tem como não se sentir bem preparado.


Texto: Shiatsu: arte x técnica.

Sobre o curso Shiatsu completo.

 

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