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Dúvidas na Terapia Auricular


Quem se interessar pela terapia auricular certamente colherá resultados interessantes. Mas quando for se aprofundar adquirindo outras obras, ficará surpreso com a variedade de opções. Não apenas de recursos, que certamente se complementam, mas com a de cartografias e teorias, que se embatem.

Sim, se uma teoria ou cartografia for a correta, as outras estarão obrigatoriamente erradas. As cartografias de autores diferentes marcam pontos para certas vísceras em regiões diferentes na orelha. Isto é intrigante.

As teorias energéticas que as fundamentam defendem propostas que se colidem em alguns pontos. Isto é constrangedor.

O primeiro curso que fiz foi em 88. Aprendi apenas a aderir sementes de mostarda e agulhas auriculares, protegidas por um pedacinho de esparadrapo. Utilizava a cartografia auricular do extinto APA-CEATA de São Paulo, uma cartografia que já propunha a adição de pontos à cartografia oriental.

O segundo curso utilizava outra cartografia, a de pontos mestres, desenvolvida pelo dr Paul Nogier, e propunha uma complicadíssima avaliação para a localização e seleção dos pontos. Mas facilitava ao relacionar pontos e patologias. Propunha também o uso de um aparelho estimulador com oito opções de frequência e área auricular. Esta técnica ainda é proposta em certa linha francesa, mas nunca vi este aparelho aqui no Brasil.

No terceiro curso fui apresentado à cartografia japonesa editada pela KANAKEN MEDICAL INSTRUMENTS, INC. YOKOHAMA, que utilizo até hoje. Foi quando vi a massagem na orelha.

Ainda no século passado adquiri a obra do dr Marcelo, algumas do dr Bolcinhas e ainda outras. Defendem práticas e teorias diferentes. Desanimador. Mas persistimos por um motivo: dá resultados. A terapia costuma funcionar especialmente promovendo bem estar e até amansando a vontade comer.

Contribuições e dúvidas

Algumas das questões antagônicas formulei mais abaixo neste texto. Fazem parte do curso, assim como algumas das contribuições que pude fazer. Como dicas para localizar pontos auriculares.

No início do milênio, textos do dr Raphael Nogier sobre a localização de certos pontos mostraram que é comum o erro na localização. Como expus no YouTube (clique aqui).

Passei alguns anos aperfeiçoando o método até editar a obra Dicas e Macetes para Localizar Pontos Auriculares utilizando os pontos da cartografia japonesa, a que melhor me rendeu resultados. Posteriormente editei o DVD com o mesmo objetivo.

AU 08.jpg

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AU aplicando ag auricular.JPG

Há muitas questões que se antagonizam:

Que cartografia utilizar?

Que recursos priorizar?

As leis e a Vigilância Sanitária, como se pronunciam em relação a essa terapia?

Que métodos utilizar para localizar e para selecionar um ponto? Há cinco!

Que orelha escolher para iniciar o tratamento?

Qual o mínimo e o máximo de pontos a utilizar?

Pode ou não por sementes nas duas orelhas?

Deve ou não complementar o uso de sementes com massagem, moxabustão ou estimulação com estimulador ou aparelho? Isto deve ser feito antes ou depois de colocar o protocolo?

Quais são as contraindicações?

Em quantos dias as sementes ou outro protocolo devem ser retirados?

A cada quadro, que conjunto de pontos deve ser utilizado? Parece que cada profissional tem o seu.

E ainda outras questões são discutidas no curso, para as quais procuramos as respostas na Fisiologia.

E ainda outras questões são discutidas no curso, para as quais procuramos as respostas na Fisiologia.

Fica a dica

Há motivos suficientes para pessoas repetirem aqui o curso que fizeram em outro lugar. Pelo menos adquirirem o DVD Dicas e Macetes para Localizar Pontos Auriculares.

Há ainda uma característica do meu curso que merece destaque: a carga horária. Discutindo os detalhes, a eficácia e os protocolos e priorizando as práticas em vez de defender uma grande e longa teoria energética, bastam poucas horas para que o aluno se sinta apto e seguro para a prática da terapia.

Observação

Alguém já me reconheceu como o mentor da prática de fazer moxabustão na orelha utilizando um incenso de massinha, provavelmente o recurso que melhor promove reações antálgicas porque promove reações parassimpáticas. Sim, fiz contribuições técnicas e teóricas em muitas das terapias alternativas, mas não desenvolvi essa prática. Sim, posso ter sido o primeiro professor a incluir esta prática em cursos e o meu livro Escolha a sua Terapia Auricular parece ser a primeira obra a descrever este recurso, mas isto eu aprendi com o mestre Bartolomeu Alberto Neves – faça-se então justiça e o provável criador seja reconhecido.  

Sobre o curso Terapia Auricular Simplificada

Vídeo no YouTube: Como a terapia auricular ajuda nos programas da Estética?

Vídeo no YouTube: Pontos auriculares que costumamos localizar em local errado.

Texto A Diversidade na Terapia Auricular.

Texto Recursos e Objetivos na Terapia Auricular.

Bibliografia

Haddad, Carlos R. S. Escolha a sua terapia auricular. EDIBTED: Rio de Janeiro, 2008.


Texto Como encontrar o assunto do seu interesse - texto, curso, doação, passeio etc.

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